Poesia Especulativa: uma análise do poema 'Distâncias', de Volnei Freitas
Entre vagões, encantados e imagens em ruptura, este ensaio investiga o que torna uma poesia verdadeiramente especulativa. A partir do poema “Distâncias”, de Volnei Freitas, a coluna propõe que o insólito não é apenas tema, mas linguagem: imagens que quebram o pacto do real e transformam o poema em experiência visual, mágica e sensorial. A poesia especulativa surge, então, como arte de fotografar o impossível, de tangibilizá-lo.