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A Ninfa Eco e A Moça Tecelã
Uma tece mundos; outra sobrevive como voz. Entre A Moça Tecelã, de Marina Colasanti, a ninfa Eco e a música de PRISCILLA, criação e palavra tornam-se formas de recuperar aquilo que outros tentaram controlar. Mesmo aprisionadas por maldições, expectativas ou pelas próprias criações, essas mulheres encontram naquilo que produzem um caminho de volta a si. Afinal, possuir a própria voz talvez seja também aprender a criar o próprio mundo.
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28 de set.2 min de leitura


O que há no alto da torre?
De Babel a Minas Tirith, de Barad-dûr a Torralta, as torres erguem-se na fantasia como pontes entre terra e céu, poder e conhecimento, vigilância e mistério. Morada de magos, sentinela contra as sombras ou guardiã de segredos, a torre materializa o desejo humano de enxergar além de seus limites. Mas toda subida carrega também sua hybris: quanto mais perto do divino, maior o risco da queda. Ainda assim, quem resistiria à paisagem lá do alto?
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21 de set.3 min de leitura


As Duas Mortes do Rei Arthur: sobre virtude e felicidade
Entre Epicuro, Aristóteles e as ruínas de Camelot, a trajetória do Rei Arthur torna-se uma reflexão sobre virtude e felicidade. Nem Excalibur protege seu portador das feridas causadas por aqueles que ama: Arthur morre antes da morte, atingido pela traição e, depois, pelo próprio filho. Se somos feitos também de relações, nenhuma felicidade é inteiramente individual. Talvez a verdadeira espada contra a infelicidade seja a virtude que aprendemos a construir, em nós e no mundo a
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14 de set.3 min de leitura
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