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A Narrativa como Caminho, pessoal e coletivo
Entre O Retorno de Jedi, Os Miseráveis e O Senhor dos Anéis, esta coluna é um manifesto íntimo sobre o poder das narrativas. Histórias moldam quem somos: ensinam redenção, heroísmo cotidiano e a força do Amor que transforma vilões em luz. Somos histórias que caminham — cada escolha escreve nossa própria saga. Que mundo estamos criando com as narrativas que vivemos e contamos?

Frederico Cavalcanti
há 6 dias3 min de leitura


O encontro da ficção científica com o terror por meio do body horror
Em um labirinto interminável de cavernas de aço no subsolo jaz uma criatura sem qualquer semelhança com um humano, seu corpo é um aglomerado inchado e irregular, na qual ossos, músculos e carne foram fundidos em uma massa disforme, sua anatomia foi apagada. Esta não é uma simples mutilação corporal, mas uma reprogramação, que não permite que o indivíduo experiencie o corpo, é uma negação do eu através do corpo. Esse corpo não pode interagir ou sentir fisicamente o mundo, mas

Caio Capella
13 de mar.6 min de leitura


Deixe o Jinni Sair do Poço
Em Vou Sumir Quando a Vela Se Apagar, Diogo Bercito entrelaça desejo, perda e migração em uma fábula ardente. Entre a Síria e o Brasil, um Jinni emerge como alegoria do amor reprimido e do medo do desconhecido. Quando Brutus desaparece, Yacub atravessa oceanos - externos e internos - para se refazer. Abrir o poço é enfrentar o inominável: amar é também ousar transformar-se.

Luis F. Buzzato
9 de mar.2 min de leitura
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