top of page


O encontro da ficção científica com o terror por meio do body horror
Em um labirinto interminável de cavernas de aço no subsolo jaz uma criatura sem qualquer semelhança com um humano, seu corpo é um aglomerado inchado e irregular, na qual ossos, músculos e carne foram fundidos em uma massa disforme, sua anatomia foi apagada. Esta não é uma simples mutilação corporal, mas uma reprogramação, que não permite que o indivíduo experiencie o corpo, é uma negação do eu através do corpo. Esse corpo não pode interagir ou sentir fisicamente o mundo, mas

Caio Capella
13 de mar.6 min de leitura


Deixe o Jinni Sair do Poço
Em Vou Sumir Quando a Vela Se Apagar, Diogo Bercito entrelaça desejo, perda e migração em uma fábula ardente. Entre a Síria e o Brasil, um Jinni emerge como alegoria do amor reprimido e do medo do desconhecido. Quando Brutus desaparece, Yacub atravessa oceanos - externos e internos - para se refazer. Abrir o poço é enfrentar o inominável: amar é também ousar transformar-se.

Luis F. Buzzato
9 de mar.2 min de leitura


Eragon: entre a identidade profetizada e a escolhida
Em Eragon, a profecia não garante grandeza, apenas inaugura responsabilidade. Paolini transforma o “escolhido” em um dilema filosófico: identidade não é destino fixo, mas construção em revisão. Entre o nome verdadeiro que pode mudar e o contraste com Galbatorix, a saga revela que poder sem autoconhecimento corrompe. No fim, a pergunta é humana: somos o que nos anunciam ou o que escolhemos ser?

Tiago Marinho
2 de mar.3 min de leitura
bottom of page
